Sabe qual direito você perdeu hoje? Site te mostra
“Alerta Social” denuncia, diariamente, os direitos que os trabalhadores perdem com medidas do governo interino

Para os primeiros dias dessa semana, o site já anuncia as ameaças promovidas por Temer, como as novas regras da aposentadoria, que já passa a valer para quem tem menos de 50 anos, a tentativa de tirar o termo “distribuição de renda” nas metas do governo e a aprovação do orçamento de 2017 que limita gastos na saúde e na educação - Créditos: Valter Campanato/Agência Brasil
Para os primeiros dias dessa semana, o site já anuncia as ameaças promovidas por Temer, como as novas regras da aposentadoria, que já passa a valer para quem tem menos de 50 anos, a tentativa de tirar o termo “distribuição de renda” nas metas do governo e a aprovação do orçamento de 2017 que limita gastos na saúde e na educação - Créditos: Valter Campanato/Agência Brasil
Para os primeiros dias dessa semana, o site já anuncia as ameaças promovidas por Temer, como as novas regras da aposentadoria, que já passa a valer para quem tem menos de 50 anos, a tentativa de tirar o termo “distribuição de renda” nas metas do governo e a aprovação do orçamento de 2017 que limita gastos na saúde e na educação / Valter Campanato/Agência Brasil.

Os cortes nas políticas sociais da população brasileira, promovidos pelo presidente interino Michel Temer (PMDB-SP) não são poucos. É o que denuncia o site Alerta Social, que direito você perdeu hoje?’, que noticia diariamente as ofensivas e ameaças do governo provisório. A plataforma afirma ser um espaço de “de luta e resistência contra o golpe […] que afeta principalmente os mais pobres”.
Os textos publicados fazem breves análises das propostas, Projetos de Lei (PL) e Medidas Provisórias (MP) que, de alguma forma, tem prejudicado os trabalhadores.
As recentes ameaças do governo interino de Temer como as novas regras da aposentadoria, que já passa a valer para quem tem menos de 50 anos, a tentativa de tirar o termo “distribuição de renda” nas metas do governo e a aprovação do orçamento de 2017 que limita gastos na saúde e na educação, já constam na plataforma.
“Não é possível assistir à perda de direitos e ao golpe à democracia e ao povo brasileiro sem reação”, afirma a descrição do site que é composto por pesquisadores, ativistas, especialistas,  gestores e cidadãos e cidadãs “preocupados com a ruptura no ciclo democrático e o retrocesso nas políticas sociais que se concretizam desde a tomada do governo brasileiro”.
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Edição: José Eduardo Bernardes